#Resenha: Infinity Ring #3 - O Alçapão

E vamos para mais um volume da série Infinity Ring, preparem-se...

O Alçapão - vol.3 da série Infinity Ring - Lisa McMann
244 páginas - Editora Seguinte
Dos três livros lidos até agora dessa série, esse foi o melhor para mim. Depois de achar que não teve muita ação no livro anterior e a sensação de que faltava algo, algo como um vínculo que me convencesse dos vários impasses deixados no primeiro livro, nesse a autora conseguiu me manter na história o tempo todo e ansiosa para saber mais do que estava ocorrendo.
Em Infinity Ring 3, Lisa McMann conseguiu não só superar o anterior como o primeiro também. Ela pegou problemáticas anteriores e deu vida nelas aqui, dando não só enfoque a elas como acrescentando novas indagações, novos problemas fazendo o leitor pensar. Realmente amei e estou cada dia mais curiosa para saber como vai ser daqui para frente, se ao mudarem o passado, o que vai mudar no futuro dos três? Será que vão existir, chegar a nascer? O tempo é algo difícil de mudar justamente por isso, o futuro fica imprevisível, e é com isso que estão lidando e percebendo aqui.
Nossos três viajantes do tempo, Dak, Sera, Riq, dessa vez vão ter de arrumar afratura no tempo em uma época delicada, principalmente para Riq, pela cor de sua pele, por sua origem africana.
Vão parar nos Estados Unidos, em 1850, década antes da Guerra de Secessão, Norte e Sul estão se engalfinhando em um conflito e os escravos usam Mariland como rota de fuga e comunicação, mas a SQ quer mudar isso para implantar sua dominação, e os três precisam impedir isso.
Só que aqui as coisas ficam de mal a pior! Logo caem em uma emboscada e Riq vai capturado como escravo para ser vendido em um leilão... assim, se depara nada mais nada menos com membros de sua família, e percebe que se for mexer ali, alterar a história, poderá sua existência não vai ocorrer...
Percebi um desenvolvimento maior na história, conhecemos mais sobre um dos integrantes, sua história, seus conflitos, segredos e temores. Ainda há as briguinhas de Dak e Riq, mas em determinado momento mostra o amadurecimento deles, e não tenho o que reclamar, os autores mantiveram o padrão do amadurecimento para o público alvo, é um livro infanto-juvenil. Sera desde o livro anterior muda sua postura com Riq, mantem sua atitude de aceitação e maturidade, e isso aumenta. Gente, eles estão crescendo! É tão bom ver isso ocorrer em um livro e uma série. Um amadurecimento paulatino e não forçado.

Tudo fica mais conturbado ainda, Riq tendo que lidar com questões interiores (sentimentos e conflitos internos familiares) e exteriores (prisão, leiloado como escravo, fuga) ter de enfrentar a questão de interferir em seu nascimento, as reminiscências pioram e a SQ ganha território, nada passa dar certo nessa época.
Sera e Dak vê o amigo passar por tudo e pouco podem fazer, são impedidos até de falar com Riq, afinal escravos não eram considerados pessoas.
O tema desenvolvido foi ótimo, com uma boa carga emocional, bem diferente dos livros anteriores, ação na medida certa e no momento certo. Não há como comentar muito sem contar da história que é recheada de emoções, comovente, o que deu uma substância maior por envolver o leitor, e mais ainda, minha felicidade foi imensa, descobrir algo a respeito dos três viajantes foi maravilhoso, pois até o momento pouco sabia de nenhum deles.
Sigo cada vez mais apaixonada pela série e assim que ler outros livros dela, venho dizer o que achei. A editora está de parabéns por ter trazido essa série, um ótimo infanto-juvenil, mesmo para aqueles fora da faixa de idade. Ela também tem disponibilizado para os leitores jogos sobre as aventuras de Infinity Ring: basta acessar http://seguinte.com.br/infinityring.

Perdeu as resenhas dos outros volumes? Então não deixe de conferir clicando nas imagens abaixo:




a Rafflecopter giveaway

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O Alçapão - vol.3 da série Infinity Ring - Lisa McMann
244 páginas - Editora Seguinte
Dos três livros lidos até agora dessa série, esse foi o melhor para mim. Depois de achar que não teve muita ação no livro anterior e a sensação de que faltava algo, algo como um vínculo que me convencesse dos vários impasses deixados no primeiro livro, nesse a autora conseguiu me manter na história o tempo todo e ansiosa para saber mais do que estava ocorrendo.
Em Infinity Ring 3, Lisa McMann conseguiu não só superar o anterior como o primeiro também. Ela pegou problemáticas anteriores e deu vida nelas aqui, dando não só enfoque a elas como acrescentando novas indagações, novos problemas fazendo o leitor pensar. Realmente amei e estou cada dia mais curiosa para saber como vai ser daqui para frente, se ao mudarem o passado, o que vai mudar no futuro dos três? Será que vão existir, chegar a nascer? O tempo é algo difícil de mudar justamente por isso, o futuro fica imprevisível, e é com isso que estão lidando e percebendo aqui.
Nossos três viajantes do tempo, Dak, Sera, Riq, dessa vez vão ter de arrumar afratura no tempo em uma época delicada, principalmente para Riq, pela cor de sua pele, por sua origem africana.
Vão parar nos Estados Unidos, em 1850, década antes da Guerra de Secessão, Norte e Sul estão se engalfinhando em um conflito e os escravos usam Mariland como rota de fuga e comunicação, mas a SQ quer mudar isso para implantar sua dominação, e os três precisam impedir isso.
Só que aqui as coisas ficam de mal a pior! Logo caem em uma emboscada e Riq vai capturado como escravo para ser vendido em um leilão... assim, se depara nada mais nada menos com membros de sua família, e percebe que se for mexer ali, alterar a história, poderá sua existência não vai ocorrer...
Percebi um desenvolvimento maior na história, conhecemos mais sobre um dos integrantes, sua história, seus conflitos, segredos e temores. Ainda há as briguinhas de Dak e Riq, mas em determinado momento mostra o amadurecimento deles, e não tenho o que reclamar, os autores mantiveram o padrão do amadurecimento para o público alvo, é um livro infanto-juvenil. Sera desde o livro anterior muda sua postura com Riq, mantem sua atitude de aceitação e maturidade, e isso aumenta. Gente, eles estão crescendo! É tão bom ver isso ocorrer em um livro e uma série. Um amadurecimento paulatino e não forçado.

Tudo fica mais conturbado ainda, Riq tendo que lidar com questões interiores (sentimentos e conflitos internos familiares) e exteriores (prisão, leiloado como escravo, fuga) ter de enfrentar a questão de interferir em seu nascimento, as reminiscências pioram e a SQ ganha território, nada passa dar certo nessa época.
Sera e Dak vê o amigo passar por tudo e pouco podem fazer, são impedidos até de falar com Riq, afinal escravos não eram considerados pessoas.
O tema desenvolvido foi ótimo, com uma boa carga emocional, bem diferente dos livros anteriores, ação na medida certa e no momento certo. Não há como comentar muito sem contar da história que é recheada de emoções, comovente, o que deu uma substância maior por envolver o leitor, e mais ainda, minha felicidade foi imensa, descobrir algo a respeito dos três viajantes foi maravilhoso, pois até o momento pouco sabia de nenhum deles.
Sigo cada vez mais apaixonada pela série e assim que ler outros livros dela, venho dizer o que achei. A editora está de parabéns por ter trazido essa série, um ótimo infanto-juvenil, mesmo para aqueles fora da faixa de idade. Ela também tem disponibilizado para os leitores jogos sobre as aventuras de Infinity Ring: basta acessar http://seguinte.com.br/infinityring.

Perdeu as resenhas dos outros volumes? Então não deixe de conferir clicando nas imagens abaixo:




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