#Resenha: Infinity Ring #2 - Dividir e Conquistar

Apesar da demora, vamos enfim conhecer um pouco mais da sequência da série Infinity Ring, então preparem-se...
Dividir e Conquistar - livro 2 da série Infinity Ring - Carrie Ryan
213 páginas - Editora Seguinte
Após a aventura Um Motim no Tempo, aqui é revelado a idade de Dak e Sera, 11 anos. A de Riq já sabemos desde o livro anterior, 16 anos.. Passei a amar essa série, um ótimo infanto-juvenil e para os amantes de história vão se deliciar.
Apesar de nesse segundo livro não ter ficado tão satisfeita com a leitura quanto na do primeiro, a magia do tempo e a espera pelo desvendar os segredos e motivos de todos os acontecimentos que se acumulam trouxe algo no final desse livro que me deixou muito curiosa para a leitura do terceiro livro, que li com uma rapidez incrível!
Isso, mesmo, já li os três livros da série (enorme). Mas, vou me deter e continuar a falar desse segundo livro.
As fraturas históricas são um problema, tornam o futuro instável causando um cataclismo e a iminente destruição do mundo, e isso não deve ocorrer, então, Dak, Riq e Sera agora precisam impedir que a invasão nórdica na Europa fosse mudada para diminuir o domínio da SQ nessa época.
No primeiro livro o cenário era dentro de um barco, aqui é em uma guerra de vikings e franceses no mundo medieval. Precisam localizar o Guardião da História local para receberem ajuda, decifrar a mensagem codificada do Square, dispositivo que os ajuda em cada época, e se manterem a salvo no meio de uma guerra.
Os personagens não tem um crescimento muito notório em sua personalidade, principalmente Dak e Riq, ainda mantém as briguinhas e disputas de adolescentes, e isso continuou a me irritar. Há o Bill, o guardião do tempo que faz algo que vai refletir na história do próximo livro, e foi muito bom ter acompanhado isso e visto que apesar de não parecer tão relevante para a série, esse livro possui junção com os demais. Amei a cadela Vigi que fez suas travessuras e tornou a viagem dos três mais interessante. E Otto, o dono da Vigi, um viking de inicio não era nada e que passa para um papel muito superior.
Como cada livro é escrito por um autor, nesse, apesar do cenário de guerra entre vikings e franceses, deixa em mente ser um desenvolvimento de ação do inicio ao fim, e tem, mas sabe o que é você ler e sentir que falta algo mais para formar toda a ação? Foi assim que me senti durante a leitura. Apesar de a autora ter separado os garotos e dar uma visão de ambos os lados (Vikings e Franceses) da guerra, não me satisfez o tanto que deveria ter sido.
Há ainda um inicio de romance, está mais para um deslumbramento de um deles para com outro personagem que aparece na história. Por um lado ficou um tanto fraco, mas a
autora conseguiu mostrar o que o tempo faz, as suas mudanças, causando desencontros e perdas, e mostrando para o leitor que muito há de vir dos três personagens nos próximos livros. Creio que minha maior frustração foi não obter nenhuma resposta para minhas perguntas levantadas no primeiro livro, a expectativa criada foi um tanto quebrada, mas com um final que me deixou desesperada pelo terceiro livro.
O mistério continua, os pais de Dak continuam perdidos no tempo, indo e vindo aleatoriamente e estando em várias épocas, e isso está me deixando curiosíssima, como será que vai terminar tudo. E porque Sera e Riq possui as Reminiscências (lembranças de um futuro ou algo que ocorreu ou deveria ocorrer, mas não ocorreu devido as fraturas) e Dak não?
Minhas suspeitas do primeiro livro ainda estão fervendo dentro de minha mente, nada foi revelado e também foi acrescentado muito mais. Preocupo com o destino deles, já que ao mexerem no passado, alteram o futuro e podem chegar a ter de se sacrificarem para “sarar” uma fratura. Fico a imaginar o que será dos três, suas famílias. Apesar desse volume ter sido uma continuidade sem muito a acrescentar, nem pensei duas vezes em querer continuar a série, o desfecho dele é muito bom, a ponto de correr para ler o terceiro livro que foi uma leitura maravilhosa, a melhor até agora. Mas, vou falar sobre isso na próxima resenha.
Depois de ler o livro você pode acessar http://seguinte.com.br/infinityring, pois há um jogo que a editora disponibilizou para jogar.
Então, estão gostando da série? Quem já conhece a história? Ah, você perdeu a resenha do volume 1? Então clique aqui e leia.

#Resenha: Infinity Ring #2 - Dividir e Conquistar

Apesar da demora, vamos enfim conhecer um pouco mais da sequência da série Infinity Ring, então preparem-se...
Dividir e Conquistar - livro 2 da série Infinity Ring - Carrie Ryan
213 páginas - Editora Seguinte
Após a aventura Um Motim no Tempo, aqui é revelado a idade de Dak e Sera, 11 anos. A de Riq já sabemos desde o livro anterior, 16 anos.. Passei a amar essa série, um ótimo infanto-juvenil e para os amantes de história vão se deliciar.
Apesar de nesse segundo livro não ter ficado tão satisfeita com a leitura quanto na do primeiro, a magia do tempo e a espera pelo desvendar os segredos e motivos de todos os acontecimentos que se acumulam trouxe algo no final desse livro que me deixou muito curiosa para a leitura do terceiro livro, que li com uma rapidez incrível!
Isso, mesmo, já li os três livros da série (enorme). Mas, vou me deter e continuar a falar desse segundo livro.
As fraturas históricas são um problema, tornam o futuro instável causando um cataclismo e a iminente destruição do mundo, e isso não deve ocorrer, então, Dak, Riq e Sera agora precisam impedir que a invasão nórdica na Europa fosse mudada para diminuir o domínio da SQ nessa época.
No primeiro livro o cenário era dentro de um barco, aqui é em uma guerra de vikings e franceses no mundo medieval. Precisam localizar o Guardião da História local para receberem ajuda, decifrar a mensagem codificada do Square, dispositivo que os ajuda em cada época, e se manterem a salvo no meio de uma guerra.
Os personagens não tem um crescimento muito notório em sua personalidade, principalmente Dak e Riq, ainda mantém as briguinhas e disputas de adolescentes, e isso continuou a me irritar. Há o Bill, o guardião do tempo que faz algo que vai refletir na história do próximo livro, e foi muito bom ter acompanhado isso e visto que apesar de não parecer tão relevante para a série, esse livro possui junção com os demais. Amei a cadela Vigi que fez suas travessuras e tornou a viagem dos três mais interessante. E Otto, o dono da Vigi, um viking de inicio não era nada e que passa para um papel muito superior.
Como cada livro é escrito por um autor, nesse, apesar do cenário de guerra entre vikings e franceses, deixa em mente ser um desenvolvimento de ação do inicio ao fim, e tem, mas sabe o que é você ler e sentir que falta algo mais para formar toda a ação? Foi assim que me senti durante a leitura. Apesar de a autora ter separado os garotos e dar uma visão de ambos os lados (Vikings e Franceses) da guerra, não me satisfez o tanto que deveria ter sido.
Há ainda um inicio de romance, está mais para um deslumbramento de um deles para com outro personagem que aparece na história. Por um lado ficou um tanto fraco, mas a
autora conseguiu mostrar o que o tempo faz, as suas mudanças, causando desencontros e perdas, e mostrando para o leitor que muito há de vir dos três personagens nos próximos livros. Creio que minha maior frustração foi não obter nenhuma resposta para minhas perguntas levantadas no primeiro livro, a expectativa criada foi um tanto quebrada, mas com um final que me deixou desesperada pelo terceiro livro.
O mistério continua, os pais de Dak continuam perdidos no tempo, indo e vindo aleatoriamente e estando em várias épocas, e isso está me deixando curiosíssima, como será que vai terminar tudo. E porque Sera e Riq possui as Reminiscências (lembranças de um futuro ou algo que ocorreu ou deveria ocorrer, mas não ocorreu devido as fraturas) e Dak não?
Minhas suspeitas do primeiro livro ainda estão fervendo dentro de minha mente, nada foi revelado e também foi acrescentado muito mais. Preocupo com o destino deles, já que ao mexerem no passado, alteram o futuro e podem chegar a ter de se sacrificarem para “sarar” uma fratura. Fico a imaginar o que será dos três, suas famílias. Apesar desse volume ter sido uma continuidade sem muito a acrescentar, nem pensei duas vezes em querer continuar a série, o desfecho dele é muito bom, a ponto de correr para ler o terceiro livro que foi uma leitura maravilhosa, a melhor até agora. Mas, vou falar sobre isso na próxima resenha.
Depois de ler o livro você pode acessar http://seguinte.com.br/infinityring, pois há um jogo que a editora disponibilizou para jogar.
Então, estão gostando da série? Quem já conhece a história? Ah, você perdeu a resenha do volume 1? Então clique aqui e leia.

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