#Resenha A Primeira Chance

Gosto muito da escrita da Abbi Glines e ter mais um romance da série Rosemary Beach é um prazer, então espero que gostem!


A Primeira Chance - #7 série Rosemary  Beach (#1 Chance) - Abbi Glines
257 páginas - Ed. Arqueiro
Quando percebi a possibilidade de romance entre os personagens de Grant e Harlow, fiquei super empolgada e torcendo para que o livro fosse logo publicado.
Então, quando ele foi lançado e chegou em minhas mãos, não perdi tempo.
Para quem não lembra, ou não sabe, Harlow é irmã por parte de pai da insuportável Nan. É gente, aquela "zinha" que infernizou a vida do irmão Rush e da Blaire.  
Este ser desprovido de qualquer empatia da minha parte, morre de raiva da Harlow, pois todos são carecas de saber que o pai delas, Kiro, o guitarrista da maior banda de rock do mundo, os Slacker Demon, morre de amores por Harlow, sendo ela sua preferida, mesmo em relação ao seu único filho homem Mase.
Nan que se acha o último biscoito do pacote (só se for daqueles bem velhos) não aceita o fato, e inferniza a vida de Harlow sempre que pode. 
Harlow, que mora com o pai, é super  na dela, tranquila. Kiro diz que ela é muito parecida com a falecida mãe dela. Aliás, a mãe de Harlow foi o único e verdadeiro amor da vida deste roqueiro. Talvez esteja aí a razão de sua preferência, sem falar que é a filha a única que ele escuta.
Nosso enredo de fato começa quando a banda Slacker Demon começa uma nova turnê, e Harlow se vê obrigada a passar este tempo na casa que Kiro comprou em Rosemary Beach. Isso não seria problema, se ela não tivesse que dividir o teto com Nan. Claro que este negócio não ia dar muito certo...
E o caldo entorna quando Harlow encontra com Grant na cozinha. O bonitão que estava só de cueca (pausa enorme para suspiros) havia passado a noite com Nan (pausa para os xingamentos &$%*).
É meus amigos, a grande parte da ala masculina insiste em pensar com a cabeça de baixo, e por conta disso, Grant acaba enfiando o pé na jaca e provavelmente enterrando qualquer chance que pudesse vim a ter com Harlow.
Grant que estava muito interessado em Harlow, não suportou a pressão de poder estar se apaixonando por ela, ainda mais depois que viu todo o sofrimento gerado pela perda do amigo Jace. Ele não estava preparado para tal fato e preferiu se afastar, o que deixou Harlow triste e com aquele gosto amargo da traição. Ainda mais por saber que ele estava com Nan (pausa para mais xingamentos &$%*).
Grant, ciente da besteira que tinha feito, tentou explicar as coisas para Harlow, que obviamente não quis nem escutar. Ela estava disposta a seguir em frente e fazer o que o pai lhe pedira, viver um pouco mais. Apesar de todos os seus medos e inseguranças, estava tentando se interessar por Adam, o professor de tênis do clube, ou pelo menos fazer amigos.
Grant não ficou nada satisfeito com isso e não sossegaria até ter o perdão de Harlow. Mas será que era só isso mesmo que ele queria?
Depois de levar um "acorda moleque" de Rush e Blaire, ele cai na real, e percebe que mesmo com todo o seu medo de ter um relacionamento e de se apaixonar perdidamente, a vida que ele estava levando era bem pior. Mas como fazer Harlow entender que Nan agora era um erro do passado? Que nada significava para ele?
Sua chance veio quando Kiro desaparece e Harlow é chamada para encontrar o pai. Era a chance que Grant tinha de provar que era um homem em quem ela poderia confiar e contar. Mas logicamente as coisas não seriam tão fáceis, pois além de ter Nan urubuzando tudo ao redor com sua língua ferina, ainda tinha Mase que não querendo deixar a irmã sozinha com a bruxa, resolveu passar uns dias em Rosemary Beach, mas precisamente na casa onde Nan e Harlow estavam morando. 
Grant teria uma muralha bem forte e disposta a tudo para proteger a irmã para passar. Sem contar que o desaparecimento de Kiro encobria na verdade um fato que deixaria Harlow sem chão. E o que dizer do segredo que Harlow guarda a sete chaves, e que pode fazer Grant pular fora na mesma hora?
É amigos, só posso dizer que cheguei ao final do livro já me coçando pela continuação. A escrita de Abbi continua ótima, como sempre. O livro é contado pelo ponto de vista de Grant e Harlow, mas com uma grande diferença em relação a seus anteriores, pois a autora meio que contou a história deles do meio, para o início e depois para o fim. Confuso? Nem um pouco. Abbi narra o enredo com acontecimentos que ocorreram entre Grant e Harlow alguns meses antes do que está acontecendo no momento, ou seja, ela mescla passado e presente, e ambos, sob o ponto de vista dos dois. Estes acontecimentos do passado não foram revelados em nenhum dos livros anteriores, e quando comecei a ler foi uma surpresa e tanto.
Para terminar, só posso dizer para aqueles que acompanham a série, que não haverá decepções, mesmo eu achando que Harlow super valoriza o seu segredo. Não que ele não seja um grave problema. Mas acho que isso se deve muito a suas inseguranças, que neste ponto eu concordo com ela, afinal é muito chato não saber se alguém se aproxima de você por você mesma ou apenas para ficar perto do ídolo, no caso, o pai dela.
Muitas emoções para o próximo livro deste casal. Será que até lá uma das mulheres vai dar uns bons tapas na Nan? Harlow, você fecharia com chave de ouro se fizesse isso...
Para quem se interessou, não deixem de ler as resenhas dos outros livros da série:
Série Sem Limites:
Confiram como está a linha do tempo da saga. vale lembrar que ainda teremos livros com as histórias de Beth e Tripp, do Mase e da insuportável Nan. Aliás, quem será o louco que vai dominar esta megera?
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4 comentários:

  1. ainda não li nenhum livro da Abbi, mas parece ser uma história que procura despertar o leitor para os sentimentos dos personagens, mas ao mesmo tempo tenho alguns receios não sempre protelo a leitura de livros dela
    felicidadeemlivros.blogspot.com.br

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    1. Leia um, quem sabe gosta.
      Bjs, Rose.

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  2. também não li nenhum da série, mais a resenha dese volume me pareceu tão real que me identifiquei com a história , gostei muito , :)

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    1. Eu gosto da série, mesmo quando alguns dos personagens me irritam, a escrita da autora me ganha.
      Bjs, Rose.

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