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#Encontro de Livreiros Companhia das Letras
#Resenha O Amor nos Tempos do Blog
Oi amigos, hoje tenho o prazer de falar para vocês de mais um livro nacional. Vamos lá?
Amor Nos temos do Blog - Vinícius Campos
96 páginas - Editora Cia da Letras
Amor dos Tempos do Blog é um livrinho fininho e delicioso. Como sabemos, cada época tem suas próprias características, e o autor de uma forma simples, direta, divertida e porquê não romântica, mostra em poucas páginas o que o título já nos conta. Como serão os namoros hoje em dia?
No livro conhecemos Ariza em Silêncio, um adolescente muito tímido e qua adora ler. Ele acaba de criar um blog, pois é no blog que ele conta sobre sua vida, seus pensamentos. Como ele acredita que ninguém o leia, ele se sente mais seguro para expor suas ideias.
Ele nos conta sobre a linda garota que conheceu (ou melhor viu e se encantou) na biblioteca da nova escola que começou a frequentar.
Acontece que seu blog é lido assiduamente pela Cinderela Virtual, que aliás, sempre acaba deixando comentários nas postagens de Ariza. Eles acabam desenvolvendo uma amizade virtual. Cinderela Virtual inclusive incentiva Ariza a se declarar para a menina da biblioteca.
Tudo ia muito bem, até que Ariza tem uma desilusão com sua amada da biblioteca, bem no dia que vai enfim conhecê-la. Ele faz um desabafo no seu blog e deixa Cinderela Virtual com muito medo, e esta acaba lhe contando uma coisa que ele nem imaginava.
E neste conto de fadas virtual, temos um príncipe apaixonado que acabou sendo enganado pela bruxa má de nossa princesa. Sorte que a fada madrinha estava presente e com um link ajudou a resolver a questão. Quer dizer, não foi bem a fada madrinha...
Destes encontros e desencontros nasce um blog novinho em folha e cheio de novidades e pronto para o amor, seja lá em qual idioma ele for.
Não entenderam? Mas não vou poder dar mais detalhes, pois tiraria toda a graça do livro.
Só posso dizer que ele é fofo <3 i="">3>
Mais uma coisa, a editora fez uma diagramação diferente, já que estamos falando de blogs, cada blog tem uma forma de ser mostrado, vejam só:
Este é o blog do Ariza, fundo branco com letras em azul:
Este é o blog da Deusa Cibernética, fundo rosa com letras brancas:
Este é o blog da Cinderela Virtual, fundo branco com letras rosas:
Este é o novo blog que comentei, fundo branco, título azul e letras rosas.
Este é o blog da Deusa Cibernética, fundo rosa com letras brancas:
Este é o blog da Cinderela Virtual, fundo branco com letras rosas:
Este é o novo blog que comentei, fundo branco, título azul e letras rosas.
Eu particularmente achei bem criativo esta ideia.
Apoie nossos autores, leia livros nacionais.
#Resenha Ensaio sobre a Cegueira
Oi amigos, olha a Gladys aqui novamente para falar de mais uma leitura dela para o Desafio Literário 2013. Vamos ver o que ela escolheu desta vez...
Oi pessoal, tudo bem?
Andei um período sumida não é mesmo? Mas foi por uma causa justa, estava terminando a graduação, \0/
Para o tema do mês de setembro escolhi: Ensaio sobre a Cegueira de José Saramango.
312 páginas - Editora Companhia das Letras
Vi a adaptação na época do lançamento e já fiquei chocada com algumas cenas. Lembro que ao sair do cinema, comentei com minha amiga sobre algumas partes em particular. Ao ler, lembrei de algumas cenas já esquecidas, mas a leitura, como na maioria das vezes, é mais detalhada e consequentemente mais forte e chocante.
Como a sinopse salienta, é um mal que se alastra pela sociedade sem deixar pistas, apenas um rastro branco. Isso mesmo, é uma cegueira branca! As pessoas atingidas não "veem" escuro, pelo contrário, é como se estivessem em uma névoa leitosa.
A trama começa com o primeiro atingido, o motorista, e como o mesmo contaminou as primeiras pessoas. Como o 'governo' não tem o quê fazer, coloca os cegos em um manicômio abandonado para viverem em quarentena. Mas no meio destes está uma pessoa que não cegou: a mulher do oftalmologista que atendeu ao primeiro cego (o motorista). Ela simplesmente vai para a quarentena por não querer deixar o marido a própria sorte, sempre as mulheres sendo mártires!
A principio os cegos conseguem se virar como podem, pois são poucos e há espaço no manicômio. Mas a partir do momento que o 'mal branco' se espalha e o governo sem o menor escrúpulo, joga, literalmente, todos que cegam no mesmo espaço físico, o caos está implantado.
Não tem como se afeiçoar a nenhum personagem. Pois devido ao total abandono, as faltas de regras e controle por parte de pessoas que enxerguem para ajudar os cegos, o lado ruim e perverso dos humanos aflora como se fossem bestas selvagens no isolamento.
E quando você acha que o pior aconteceu no isolamento, Saramago faz uma reviravolta e tudo o que se tinha lido, torna-se fichinha diante da escrita minuciosa dos demais fatos descritos pós quarentena.
Se vocês não gosta de leitura forte, impactante, que te arranque da zona de conforto não leia essa obra. Tente assistir ao filme primeiro, se conseguir chegar até o final, pode passar para a leitura, mas mesmo assim prepare-se!
Algo que me incomodou e atrapalhou um pouco o ritmo da leitura, a escrita é Português de Portugal, muitas palavras desconhecidas e a falta de travessão ou algo que identificasse ser um diálogo. Saramago usa vírgulas e com isso temos parágrafos enormes e se você se descuidar um pouco perde o sentido do mesmo.
Os olhos da esposa do oftalmologista são os olhos do leitor. E por várias vezes naquele ambiente, ela desejou estar cega como os demais...
Com certeza é uma leitura reflexiva. Não tem como não imaginar se algo semelhante acontecesse nos dias atuais, o que seria da nossa sociedade?! De acordo Saramago, seria horripilante!!!
Fiquem com Deus e até a próxima.
Gladys Sena.
P.S.: Essa resenha também foi publicada no “Cantinho da Gladys”.
Então amigos, o que acharam? Alguém aqui é fã do Saramango? Eu ainda não conheço o trabalho do autor, mas sempe ouço falar muito bem dele. Obrigada Gladys, por mais uma vez dividir sua opinião conosco.
Sua Dica Vale um Livro II - #20
Oi amigos, vamos continuar com a nossa promoção "Sua Dica Vale um Livro II" e hoje com a resenha do Ramon Freitas. Vamos ver o que ele separou para nós?
O livro gira em torno (do
fim) do relacionamento adolescente de Min Green e Ed Slarteron. O autor, Daniel
Handler, ficou conhecido com o pseudônimo Lemony Snicket, quando escreveu a
coleção “Desventuras em Série”, que eu não conheço, mas torço muito para que o
falso nome confira melhor senso de escrita para o autor - chegaremos lá. “Por
Isso A Gente Acabou” ainda conta com ilustrações de Maira Kalman que conferem beleza
e dinamismo para a leitura, retratando, em cada início de capítulo, um objeto
relacionado a ele.
Falando do casal... Min
(Minerva) é nerd e sonha em ser diretora de cinema. Ed é jogador de basquete da
escola e quer aproveitar a vida, curtir e beber bastante, além de sair com
muitas garotas. Daí surge um relacionamento improvável e intenso, com duração
de um mês e uma semana.
A história é marcada por
referencias de filmes que não existem. Muitas citações, já que Min é apaixonada
pelas telonas. Em minha opinião isso é muito chato. Toda situação que acontece,
Handler tem que detalhar ao extremo uma cena de um filme fictício para comparar
as situações. Nem tudo precisa ser comparado.
O casal frequenta muito o
cinema Camelian, e acredita que uma das pessoas presentes lá, em seu primeiro
encontro, é uma famosa atriz holywoodiana (falsa) e passa a planejar uma festa
de aniversário para ela (quem faz isso?). A festa não acontece por dois
motivos: 1- eles terminam (leia o livro para saber o motivo, não vou fazer
spoiler aqui, apenas escrever sobre o enredo e minhas impressões). 2- eles
descobrem algo relacionado à atriz (idem).
Após o término, Min resolve
juntar todos os muitos objetos que marcaram a relação (presentes, itens
simbólicos, etc) em uma caixa e jogar na casa de Ed, para devolver
simbolicamente tudo o que eles passaram, já que seu coração está partido. Os
objetos vêm com uma carta explicando o momento e o significado de cada um.
Há muita presença da palavra
feeling na história. Tudo no livro é: “tive um feeling”; não gostei disso, nem
dos problemas de (ou falta de) pontuação que encontrei. Parágrafos de quase uma
página (dificulta a leitura) e falta de vírgulas importantes. Achei o conteúdo
pobre e bem juvenil. Nota: 5
E então amigos, o que acharam da sugestão do nosso amigo Ramon Freitas? Quem já leu este livro? Eu já li várias resenhas deste livro, mas esta com certeza foi a mais crítica delas. Infelizmente eu ainda não li o livro. Não deixem de comentar!
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#Encontro de Livreiros Companhia das Letras
#Resenha O Amor nos Tempos do Blog
Oi amigos, hoje tenho o prazer de falar para vocês de mais um livro nacional. Vamos lá?
Amor Nos temos do Blog - Vinícius Campos
96 páginas - Editora Cia da Letras
Amor dos Tempos do Blog é um livrinho fininho e delicioso. Como sabemos, cada época tem suas próprias características, e o autor de uma forma simples, direta, divertida e porquê não romântica, mostra em poucas páginas o que o título já nos conta. Como serão os namoros hoje em dia?
No livro conhecemos Ariza em Silêncio, um adolescente muito tímido e qua adora ler. Ele acaba de criar um blog, pois é no blog que ele conta sobre sua vida, seus pensamentos. Como ele acredita que ninguém o leia, ele se sente mais seguro para expor suas ideias.
Ele nos conta sobre a linda garota que conheceu (ou melhor viu e se encantou) na biblioteca da nova escola que começou a frequentar.
Acontece que seu blog é lido assiduamente pela Cinderela Virtual, que aliás, sempre acaba deixando comentários nas postagens de Ariza. Eles acabam desenvolvendo uma amizade virtual. Cinderela Virtual inclusive incentiva Ariza a se declarar para a menina da biblioteca.
Tudo ia muito bem, até que Ariza tem uma desilusão com sua amada da biblioteca, bem no dia que vai enfim conhecê-la. Ele faz um desabafo no seu blog e deixa Cinderela Virtual com muito medo, e esta acaba lhe contando uma coisa que ele nem imaginava.
E neste conto de fadas virtual, temos um príncipe apaixonado que acabou sendo enganado pela bruxa má de nossa princesa. Sorte que a fada madrinha estava presente e com um link ajudou a resolver a questão. Quer dizer, não foi bem a fada madrinha...
Destes encontros e desencontros nasce um blog novinho em folha e cheio de novidades e pronto para o amor, seja lá em qual idioma ele for.
Não entenderam? Mas não vou poder dar mais detalhes, pois tiraria toda a graça do livro.
Só posso dizer que ele é fofo <3 i="">3>
Mais uma coisa, a editora fez uma diagramação diferente, já que estamos falando de blogs, cada blog tem uma forma de ser mostrado, vejam só:
Este é o blog do Ariza, fundo branco com letras em azul:
Este é o blog da Deusa Cibernética, fundo rosa com letras brancas:
Este é o blog da Cinderela Virtual, fundo branco com letras rosas:
Este é o novo blog que comentei, fundo branco, título azul e letras rosas.
Este é o blog da Deusa Cibernética, fundo rosa com letras brancas:
Este é o blog da Cinderela Virtual, fundo branco com letras rosas:
Este é o novo blog que comentei, fundo branco, título azul e letras rosas.
Eu particularmente achei bem criativo esta ideia.
Apoie nossos autores, leia livros nacionais.
#Resenha Ensaio sobre a Cegueira
Oi amigos, olha a Gladys aqui novamente para falar de mais uma leitura dela para o Desafio Literário 2013. Vamos ver o que ela escolheu desta vez...
Oi pessoal, tudo bem?
Andei um período sumida não é mesmo? Mas foi por uma causa justa, estava terminando a graduação, \0/
Para o tema do mês de setembro escolhi: Ensaio sobre a Cegueira de José Saramango.
312 páginas - Editora Companhia das Letras
Vi a adaptação na época do lançamento e já fiquei chocada com algumas cenas. Lembro que ao sair do cinema, comentei com minha amiga sobre algumas partes em particular. Ao ler, lembrei de algumas cenas já esquecidas, mas a leitura, como na maioria das vezes, é mais detalhada e consequentemente mais forte e chocante.
Como a sinopse salienta, é um mal que se alastra pela sociedade sem deixar pistas, apenas um rastro branco. Isso mesmo, é uma cegueira branca! As pessoas atingidas não "veem" escuro, pelo contrário, é como se estivessem em uma névoa leitosa.
A trama começa com o primeiro atingido, o motorista, e como o mesmo contaminou as primeiras pessoas. Como o 'governo' não tem o quê fazer, coloca os cegos em um manicômio abandonado para viverem em quarentena. Mas no meio destes está uma pessoa que não cegou: a mulher do oftalmologista que atendeu ao primeiro cego (o motorista). Ela simplesmente vai para a quarentena por não querer deixar o marido a própria sorte, sempre as mulheres sendo mártires!
A principio os cegos conseguem se virar como podem, pois são poucos e há espaço no manicômio. Mas a partir do momento que o 'mal branco' se espalha e o governo sem o menor escrúpulo, joga, literalmente, todos que cegam no mesmo espaço físico, o caos está implantado.
Não tem como se afeiçoar a nenhum personagem. Pois devido ao total abandono, as faltas de regras e controle por parte de pessoas que enxerguem para ajudar os cegos, o lado ruim e perverso dos humanos aflora como se fossem bestas selvagens no isolamento.
E quando você acha que o pior aconteceu no isolamento, Saramago faz uma reviravolta e tudo o que se tinha lido, torna-se fichinha diante da escrita minuciosa dos demais fatos descritos pós quarentena.
Se vocês não gosta de leitura forte, impactante, que te arranque da zona de conforto não leia essa obra. Tente assistir ao filme primeiro, se conseguir chegar até o final, pode passar para a leitura, mas mesmo assim prepare-se!
Algo que me incomodou e atrapalhou um pouco o ritmo da leitura, a escrita é Português de Portugal, muitas palavras desconhecidas e a falta de travessão ou algo que identificasse ser um diálogo. Saramago usa vírgulas e com isso temos parágrafos enormes e se você se descuidar um pouco perde o sentido do mesmo.
Os olhos da esposa do oftalmologista são os olhos do leitor. E por várias vezes naquele ambiente, ela desejou estar cega como os demais...
Com certeza é uma leitura reflexiva. Não tem como não imaginar se algo semelhante acontecesse nos dias atuais, o que seria da nossa sociedade?! De acordo Saramago, seria horripilante!!!
Fiquem com Deus e até a próxima.
Gladys Sena.
P.S.: Essa resenha também foi publicada no “Cantinho da Gladys”.
Então amigos, o que acharam? Alguém aqui é fã do Saramango? Eu ainda não conheço o trabalho do autor, mas sempe ouço falar muito bem dele. Obrigada Gladys, por mais uma vez dividir sua opinião conosco.
Sua Dica Vale um Livro II - #20
Oi amigos, vamos continuar com a nossa promoção "Sua Dica Vale um Livro II" e hoje com a resenha do Ramon Freitas. Vamos ver o que ele separou para nós?
O livro gira em torno (do
fim) do relacionamento adolescente de Min Green e Ed Slarteron. O autor, Daniel
Handler, ficou conhecido com o pseudônimo Lemony Snicket, quando escreveu a
coleção “Desventuras em Série”, que eu não conheço, mas torço muito para que o
falso nome confira melhor senso de escrita para o autor - chegaremos lá. “Por
Isso A Gente Acabou” ainda conta com ilustrações de Maira Kalman que conferem beleza
e dinamismo para a leitura, retratando, em cada início de capítulo, um objeto
relacionado a ele.
Falando do casal... Min
(Minerva) é nerd e sonha em ser diretora de cinema. Ed é jogador de basquete da
escola e quer aproveitar a vida, curtir e beber bastante, além de sair com
muitas garotas. Daí surge um relacionamento improvável e intenso, com duração
de um mês e uma semana.
A história é marcada por
referencias de filmes que não existem. Muitas citações, já que Min é apaixonada
pelas telonas. Em minha opinião isso é muito chato. Toda situação que acontece,
Handler tem que detalhar ao extremo uma cena de um filme fictício para comparar
as situações. Nem tudo precisa ser comparado.
O casal frequenta muito o
cinema Camelian, e acredita que uma das pessoas presentes lá, em seu primeiro
encontro, é uma famosa atriz holywoodiana (falsa) e passa a planejar uma festa
de aniversário para ela (quem faz isso?). A festa não acontece por dois
motivos: 1- eles terminam (leia o livro para saber o motivo, não vou fazer
spoiler aqui, apenas escrever sobre o enredo e minhas impressões). 2- eles
descobrem algo relacionado à atriz (idem).
Após o término, Min resolve
juntar todos os muitos objetos que marcaram a relação (presentes, itens
simbólicos, etc) em uma caixa e jogar na casa de Ed, para devolver
simbolicamente tudo o que eles passaram, já que seu coração está partido. Os
objetos vêm com uma carta explicando o momento e o significado de cada um.
Há muita presença da palavra
feeling na história. Tudo no livro é: “tive um feeling”; não gostei disso, nem
dos problemas de (ou falta de) pontuação que encontrei. Parágrafos de quase uma
página (dificulta a leitura) e falta de vírgulas importantes. Achei o conteúdo
pobre e bem juvenil. Nota: 5
E então amigos, o que acharam da sugestão do nosso amigo Ramon Freitas? Quem já leu este livro? Eu já li várias resenhas deste livro, mas esta com certeza foi a mais crítica delas. Infelizmente eu ainda não li o livro. Não deixem de comentar!
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