#Resenha Trono de Vidro #1

Oi amigos! Se vocês são como eu, que não dispensam uma boa fantasia regada a muita intriga e crimes, e com uma pitada de romance, então devo dizer que a série Trono de Vidro foi feita para vocês!
Trono de Vidro - #1 Trono de Vidro - Sarah J. Maa
392 páginas - Galera Record
Celaena Sardothien tem apenas 18 anos, mas já é considerada a maior e mais fria assassina de Endovier. Por conta de seus crimes, e na verdade de uma traição, ela acabou sendo presa e condenada pelo Rei à prisão perpétua nas minas de sal de Endovier.
O local é famoso pelas barbaridades com que os presos são tratados. Até por conta disso, muitos morrem. Mas Celaena é osso duro de roer, e mesmo após um longo período na prisão, ela não só continua viva, como a dar dor de cabeça...
Sua vida de prisioneira muda quando o Príncipe herdeiro de Adarlan aparece como uma proposta: tornar-se a assassina do rei durante 4 anos, onde após este período ela ganharia a liberdade. Ela seria a mão assassina do cruel Rei, o mesmo que a condenou à prisão e que exterminou seu povo... Ela poderia não aceitar a proposta, mas isso significaria que ela continuaria ali presa, a espera da morte...
Ela acaba aceitando a proposta do Príncipe. Acontece que ela não seria nomeada pura e simplesmente como a assassina do Rei. Antes disso, ela precisaria vencer um torneio que seria disputado por 24 criminosos de todos os cantos de Erilea. Todos lutariam entre si e no final o ganhador seria o Assassino do Rei. Celaena seria a lutadora indicada pelo Príncipe. O torneio aconteceria durante 13 semanas no Forte da Tenda, residência oficial do Rei.
Por conta de sua prisão, Celaena está fora de forma, e passa a receber treinamento do Chefe da Guarda Real e melhor amigo do Príncipe, Chaol Mestfael.
Sua vida fica mais fácil, mas não menos solta, pois Chaol não confia nela, e a mantém em rédeas curtas, pois sabe que qualquer vacilo, a assassina poderia mostrar o porquê de ser considerada letal.
Aos poucos Chaol e o leitor vão percebendo que Celaena não é tão durona como gosta de alardear. Sua vida foi muito complicada, e matar foi a forma que encontrou para sobreviver.
Chaol também teve sua quota de sofrimento, e entende a alma atormentada de Celaena. Com isso, a amizade começa a nascer entre eles.
Mas não é só Chaol que vê a assassina com outros olhos... Dorian Havilliard, o Príncipe herdeiro, também vê além do que a bela moça gosta de mostrar. Ele não é bem visto por Cealena, não apenas por ser filho do cruel Rei que a condenou e massacrou sua gente, como também o acha mulherengo e arrogante. Isso no entanto não impede que a nossa assassina suspire pelo belo Príncipe, aliás, nem nós leitoras.
Próximo dos jogos começarem, Celaena conhece Nehemia Ytger, a Princesa de Eylewe, que dizem as más línguas, apoia os rebeldes. As duas se tornam muito amigas, e Nehemia vem a ser de suma importância para a sobrevivência de Celaena.
Durante os jogos, Celaena tem que controlar seu gênio, além de seu medo por conta das misteriosas mortes de seus adversários. É neste cenário que ela descobre que forças malignas estão ganhando espaço, e que ela pode ser a única com chances de derrotar o mal. Não que ela queira esta função, pois de problemas, ela já está cheia.
Dorian, Celaena e Chaol
Neste meio tempo, o relacionamento entre ela e Dorian evolui ainda mais, para desgosto de Chaol, que não imagina que ela não é totalmente imune a presença do Chefe da Guarda...
Mas o que ela quer mesmo é sua liberdade, e para isso ela não só vai ter que vencer o torneio, como também sobreviver as intrigas e ao jogo de poder palacianos. Isso tudo sem contar que precisará passar por cima de seus próprios sentimentos.
Em suas mãos não está apenas a própria vida, como também a vida de pessoas que passaram a ser importantes para ela.
Em um enredo regado a intriga, magia, jogo de poder, amor, confiança e amizade, tudo ambientado na idade medieval, o leitor só tem uma certeza, que o jogo está longe de acabar...
Muito bom! Este livro foi lido por conta do Clube do Livro do qual faço parte, e fiquei muito feliz em conhecer esta aventura. Os personagens são cheios de nuances, e tudo pode mudar de uma hora para outra, o que acabou prendendo minha atenção desde o início. 
Nossa assassina são duas personagens em uma só. A garota inocente que ela seria se o seu destino não fosse marcado logo quando criança, teve que dar lugar ao da assassina. Um lado frio e calculista que ela teve que aprender e desenvolver para sobreviver. Este lado é como uma carcaça usada quando preciso. Mas ela também tem seu lado doce que constantemente tem que manter escondido. 
Não é só Celaena que fica dividida, o próprio leitor pode querer ficar em cima do muro, sem saber ao certo qual seria o melhor caminho a se tomar. Uma série que com certeza vou seguir lendo.
Antes de terminar, deixo com vocês o Book Trailer legendado do livro:
E para finalizar, a foto das meninas do Clube do Livro:
Esta resenha faz parte do meu Desafio Literário 2017. Para ler as outras resenhas do desafio, basta clicar na imagem abaixo:

#Resenha Trono de Vidro #1

Oi amigos! Se vocês são como eu, que não dispensam uma boa fantasia regada a muita intriga e crimes, e com uma pitada de romance, então devo dizer que a série Trono de Vidro foi feita para vocês!
Trono de Vidro - #1 Trono de Vidro - Sarah J. Maa
392 páginas - Galera Record
Celaena Sardothien tem apenas 18 anos, mas já é considerada a maior e mais fria assassina de Endovier. Por conta de seus crimes, e na verdade de uma traição, ela acabou sendo presa e condenada pelo Rei à prisão perpétua nas minas de sal de Endovier.
O local é famoso pelas barbaridades com que os presos são tratados. Até por conta disso, muitos morrem. Mas Celaena é osso duro de roer, e mesmo após um longo período na prisão, ela não só continua viva, como a dar dor de cabeça...
Sua vida de prisioneira muda quando o Príncipe herdeiro de Adarlan aparece como uma proposta: tornar-se a assassina do rei durante 4 anos, onde após este período ela ganharia a liberdade. Ela seria a mão assassina do cruel Rei, o mesmo que a condenou à prisão e que exterminou seu povo... Ela poderia não aceitar a proposta, mas isso significaria que ela continuaria ali presa, a espera da morte...
Ela acaba aceitando a proposta do Príncipe. Acontece que ela não seria nomeada pura e simplesmente como a assassina do Rei. Antes disso, ela precisaria vencer um torneio que seria disputado por 24 criminosos de todos os cantos de Erilea. Todos lutariam entre si e no final o ganhador seria o Assassino do Rei. Celaena seria a lutadora indicada pelo Príncipe. O torneio aconteceria durante 13 semanas no Forte da Tenda, residência oficial do Rei.
Por conta de sua prisão, Celaena está fora de forma, e passa a receber treinamento do Chefe da Guarda Real e melhor amigo do Príncipe, Chaol Mestfael.
Sua vida fica mais fácil, mas não menos solta, pois Chaol não confia nela, e a mantém em rédeas curtas, pois sabe que qualquer vacilo, a assassina poderia mostrar o porquê de ser considerada letal.
Aos poucos Chaol e o leitor vão percebendo que Celaena não é tão durona como gosta de alardear. Sua vida foi muito complicada, e matar foi a forma que encontrou para sobreviver.
Chaol também teve sua quota de sofrimento, e entende a alma atormentada de Celaena. Com isso, a amizade começa a nascer entre eles.
Mas não é só Chaol que vê a assassina com outros olhos... Dorian Havilliard, o Príncipe herdeiro, também vê além do que a bela moça gosta de mostrar. Ele não é bem visto por Cealena, não apenas por ser filho do cruel Rei que a condenou e massacrou sua gente, como também o acha mulherengo e arrogante. Isso no entanto não impede que a nossa assassina suspire pelo belo Príncipe, aliás, nem nós leitoras.
Próximo dos jogos começarem, Celaena conhece Nehemia Ytger, a Princesa de Eylewe, que dizem as más línguas, apoia os rebeldes. As duas se tornam muito amigas, e Nehemia vem a ser de suma importância para a sobrevivência de Celaena.
Durante os jogos, Celaena tem que controlar seu gênio, além de seu medo por conta das misteriosas mortes de seus adversários. É neste cenário que ela descobre que forças malignas estão ganhando espaço, e que ela pode ser a única com chances de derrotar o mal. Não que ela queira esta função, pois de problemas, ela já está cheia.
Dorian, Celaena e Chaol
Neste meio tempo, o relacionamento entre ela e Dorian evolui ainda mais, para desgosto de Chaol, que não imagina que ela não é totalmente imune a presença do Chefe da Guarda...
Mas o que ela quer mesmo é sua liberdade, e para isso ela não só vai ter que vencer o torneio, como também sobreviver as intrigas e ao jogo de poder palacianos. Isso tudo sem contar que precisará passar por cima de seus próprios sentimentos.
Em suas mãos não está apenas a própria vida, como também a vida de pessoas que passaram a ser importantes para ela.
Em um enredo regado a intriga, magia, jogo de poder, amor, confiança e amizade, tudo ambientado na idade medieval, o leitor só tem uma certeza, que o jogo está longe de acabar...
Muito bom! Este livro foi lido por conta do Clube do Livro do qual faço parte, e fiquei muito feliz em conhecer esta aventura. Os personagens são cheios de nuances, e tudo pode mudar de uma hora para outra, o que acabou prendendo minha atenção desde o início. 
Nossa assassina são duas personagens em uma só. A garota inocente que ela seria se o seu destino não fosse marcado logo quando criança, teve que dar lugar ao da assassina. Um lado frio e calculista que ela teve que aprender e desenvolver para sobreviver. Este lado é como uma carcaça usada quando preciso. Mas ela também tem seu lado doce que constantemente tem que manter escondido. 
Não é só Celaena que fica dividida, o próprio leitor pode querer ficar em cima do muro, sem saber ao certo qual seria o melhor caminho a se tomar. Uma série que com certeza vou seguir lendo.
Antes de terminar, deixo com vocês o Book Trailer legendado do livro:
E para finalizar, a foto das meninas do Clube do Livro:
Esta resenha faz parte do meu Desafio Literário 2017. Para ler as outras resenhas do desafio, basta clicar na imagem abaixo:

Editoras Parceiras