#Resenha Ruínas de Gelo #3/3

Oi amigos, sem muita enrolação, e com tudo fresquinho na cabeça, hoje trago para vocês o último livro da trilogia Fortaleza Negra da autora Kel Costa! Não deixem de ler!!!
Ruínas de Gelo - O Confronto Final - #3 Fortaleza Negra - Kel Costa
372 páginas - Ler Editorial
Gente!!!! Na resenha anterior, eu falei que o livro terminou me deixando de queixo caído e que corri para ler, e já afirmo que não me arrependi.
Depois de um ato de muita coragem de Kurt e Sasha, a vida na Fortaleza entrou em um novo patamar. Os humanos estavam alojados dentro da Fortaleza, visto que em suas casa, não tinha nenhum tipo de segurança. Do outro lado, os mestres ficaram ainda mais acuados, e a alternativa foi convocar todos os humanos maiores de 18 anos, e que tivessem dispostos a lutar contra os mitológicos, para entrarem para o que seria o exército dos vampiros. Além disso, era preciso pedir que mais voluntários para doação de sangue se apresentassem.
No meio desta nova e decisiva fase, Kurt abraça muito bem sua nova e diferente vida. Mas Kurt é Kurt, e apesar de toda a serenidade que sua posição exigia, ele não mudou suas características, e o amei ainda mais.
Por tudo o que passou até ali, e depois do ato mencionado no início da resenha, Sasha estava passando por uma grande transformação que ela não entendia e que os mestres nunca viram ou pensaram ser possível. Diante disso, ela, ao lado de Misha e Klaus, partem em busca de repostas. O que encontraram foi muito mais que isso. Foi algo que mudará para sempre não só a vida da própria Sasha, como também a postura dos mestres e de todos os humanos em relação a eles.
Quem não ficou satisfeito com isso foram os pais de Sasha. Aliás, infelizmente, neste volume, peguei uma certa raiva deles. Eles tratavam Sasha como se ela fosse uma criancinha. Entendo o medo que os pais tem de verem seus filhos machucados, ou mesmo mortos, mas não era apenas isso. O que me incomodava era ver que os vampiros serviam para protegê-los e lutarem contra os mitológicos, mas não serviam para um maior relacionamento, como era o caso de Sasha e Misha. Não posso entrar em muitos detalhes, para não tirar as surpresas que o enredo trás.
Esta viagem também mudou completamente o relacionamento entre Klaus e Sasha. Não que acabaram as implicâncias e ameaças de morte entre eles, mas a ligação deles tornou-se mais profunda e forte, bem mais forte até que entre Sasha e Misha.
Aliás Misha resolveu jogar tudo para cima e assumiu de vez sua posição, e eu dei alguns pulos aqui em casa. Isso inclusive, obrigou um amadurecimento de Sasha, que veio bem a calhar.
Sasha teve que aprender sobre si mesma e de como poderia está ajudando e fazendo a diferença nesta guerra que estava em seu ápice. Sasha não era apenas a arma que os mestres usariam, ela também seria a própria arma. Mas antes disso, era preciso encontrar Zênite, a rainha dos mitológicos. Só a morte dela colocaria um fim a esta guerra. O problema nisso tudo, é que neste processo, a vida de Sasha estaria em perigo real. Nada garantia que ela resistiria as agressões que com certeza sofreria, e muito menos que os mestres e seu exército chegariam a tempo de salvá-la. 
Mas nada disso, e nem os apelos de Misha foram capazes de fazer a moça desistir. Ela estava disposta a tudo para não só vingar a morte daqueles que ela amava, como também de todos que morreram nas mãos dos mitológicos. Ela confiava que sua ligação com Klaus a manteria a salva. Pelo menos tão  a salva como fosse possível, até o momento em que fosse resgatada.
O livro finalizou muito bem esta guerra, e deixou o leitor preso em todas as nuances e possibilidades que iam sendo desenhadas.
Kurt mais uma vez roubou a cena, aliás, em falando em cena, que cena que ele e Klaus protagonizaram! Klaus também foi o protagonista de uma cena dramática e emocionante. Ele mostrou ali que não era apenas o mais poderoso e frio dos vampiros. Um detalhe que Sasha já tinha percebido. Outra coisa que achei maravilhosa foi a mudança de Sasha, Klaus e Misha. Klaus, aliás, foi o ponto forte deste final. Eu sei que Sasha foi a protagonista que fez a diferença, mas o que quero dizer é que Klaus cresceu em todos os níveis e foi o dono da bola nesta reta final. Mostrou para que veio e levou todos debaixo do braço. Nádia e Vladimir, os dois mestres mais novos que finalizaram a história sem muito agregarem. Não comprometeram, mas também não construíram muita coisa.
Uma trilogia muito rica, em detalhes e bem diferente dos enredos de vampiros que costumamos ver por aí. Temos guerra, jogo de poder, reviravoltas, estratégia e romance, tudo muito bem enlaçado que deixará o leitor bem satisfeito. Não deixem de conferir!

Perdeu as resenhas dos livros anteriores? Então clique abaixo e leia!
#1 Fortaleza Negra
#2 Tempestade de Sangue



#Resenha Ruínas de Gelo #3/3

Oi amigos, sem muita enrolação, e com tudo fresquinho na cabeça, hoje trago para vocês o último livro da trilogia Fortaleza Negra da autora Kel Costa! Não deixem de ler!!!
Ruínas de Gelo - O Confronto Final - #3 Fortaleza Negra - Kel Costa
372 páginas - Ler Editorial
Gente!!!! Na resenha anterior, eu falei que o livro terminou me deixando de queixo caído e que corri para ler, e já afirmo que não me arrependi.
Depois de um ato de muita coragem de Kurt e Sasha, a vida na Fortaleza entrou em um novo patamar. Os humanos estavam alojados dentro da Fortaleza, visto que em suas casa, não tinha nenhum tipo de segurança. Do outro lado, os mestres ficaram ainda mais acuados, e a alternativa foi convocar todos os humanos maiores de 18 anos, e que tivessem dispostos a lutar contra os mitológicos, para entrarem para o que seria o exército dos vampiros. Além disso, era preciso pedir que mais voluntários para doação de sangue se apresentassem.
No meio desta nova e decisiva fase, Kurt abraça muito bem sua nova e diferente vida. Mas Kurt é Kurt, e apesar de toda a serenidade que sua posição exigia, ele não mudou suas características, e o amei ainda mais.
Por tudo o que passou até ali, e depois do ato mencionado no início da resenha, Sasha estava passando por uma grande transformação que ela não entendia e que os mestres nunca viram ou pensaram ser possível. Diante disso, ela, ao lado de Misha e Klaus, partem em busca de repostas. O que encontraram foi muito mais que isso. Foi algo que mudará para sempre não só a vida da própria Sasha, como também a postura dos mestres e de todos os humanos em relação a eles.
Quem não ficou satisfeito com isso foram os pais de Sasha. Aliás, infelizmente, neste volume, peguei uma certa raiva deles. Eles tratavam Sasha como se ela fosse uma criancinha. Entendo o medo que os pais tem de verem seus filhos machucados, ou mesmo mortos, mas não era apenas isso. O que me incomodava era ver que os vampiros serviam para protegê-los e lutarem contra os mitológicos, mas não serviam para um maior relacionamento, como era o caso de Sasha e Misha. Não posso entrar em muitos detalhes, para não tirar as surpresas que o enredo trás.
Esta viagem também mudou completamente o relacionamento entre Klaus e Sasha. Não que acabaram as implicâncias e ameaças de morte entre eles, mas a ligação deles tornou-se mais profunda e forte, bem mais forte até que entre Sasha e Misha.
Aliás Misha resolveu jogar tudo para cima e assumiu de vez sua posição, e eu dei alguns pulos aqui em casa. Isso inclusive, obrigou um amadurecimento de Sasha, que veio bem a calhar.
Sasha teve que aprender sobre si mesma e de como poderia está ajudando e fazendo a diferença nesta guerra que estava em seu ápice. Sasha não era apenas a arma que os mestres usariam, ela também seria a própria arma. Mas antes disso, era preciso encontrar Zênite, a rainha dos mitológicos. Só a morte dela colocaria um fim a esta guerra. O problema nisso tudo, é que neste processo, a vida de Sasha estaria em perigo real. Nada garantia que ela resistiria as agressões que com certeza sofreria, e muito menos que os mestres e seu exército chegariam a tempo de salvá-la. 
Mas nada disso, e nem os apelos de Misha foram capazes de fazer a moça desistir. Ela estava disposta a tudo para não só vingar a morte daqueles que ela amava, como também de todos que morreram nas mãos dos mitológicos. Ela confiava que sua ligação com Klaus a manteria a salva. Pelo menos tão  a salva como fosse possível, até o momento em que fosse resgatada.
O livro finalizou muito bem esta guerra, e deixou o leitor preso em todas as nuances e possibilidades que iam sendo desenhadas.
Kurt mais uma vez roubou a cena, aliás, em falando em cena, que cena que ele e Klaus protagonizaram! Klaus também foi o protagonista de uma cena dramática e emocionante. Ele mostrou ali que não era apenas o mais poderoso e frio dos vampiros. Um detalhe que Sasha já tinha percebido. Outra coisa que achei maravilhosa foi a mudança de Sasha, Klaus e Misha. Klaus, aliás, foi o ponto forte deste final. Eu sei que Sasha foi a protagonista que fez a diferença, mas o que quero dizer é que Klaus cresceu em todos os níveis e foi o dono da bola nesta reta final. Mostrou para que veio e levou todos debaixo do braço. Nádia e Vladimir, os dois mestres mais novos que finalizaram a história sem muito agregarem. Não comprometeram, mas também não construíram muita coisa.
Uma trilogia muito rica, em detalhes e bem diferente dos enredos de vampiros que costumamos ver por aí. Temos guerra, jogo de poder, reviravoltas, estratégia e romance, tudo muito bem enlaçado que deixará o leitor bem satisfeito. Não deixem de conferir!

Perdeu as resenhas dos livros anteriores? Então clique abaixo e leia!
#1 Fortaleza Negra
#2 Tempestade de Sangue



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