Doeu Muito


Oi amigos, o que dizer depois de ontem? Nada, absolutamente nada! Doeu, doeu muito. Cada gol sofrido durante a pane brasileira era uma facada que sangrava os corações brasileiros.
Mas pra mim nada doeu tanto ou fez sangrar tanto meu coração como ser chamada ao quarto dos meus filhos para acalmá-los. Entrar no quarto e vê-los chorando copiosamente foi dolorido e me trouxe lágrimas aos olhos.
Já falei várias vezes que cresci vendo futebol, aos cinco anos, acreditem, eu podia falar que o Palestra Itália era a minha segunda casa. Sim, naquela época eu era palmeirense.
Mas até agora meus filhos tinham sido poupados desta paixão. Até hoje eles só foram ao estádio uma vez na vida, e mesmo assim era um jogo beneficente. Não acompanham futebol e nem os clubes que eles dizem torcer.
Mas com a copa no nosso quintal, foi impossível protege-los de toda esta montanha russa que vem junto do futebol.
Enfeitamos toda a cada, nos enfeitamos e torcemos, torcemos muito. Eles acompanharam tudo, não só a Seleção, mas todas as Seleções.
Vê-los sofrendo foi mais triste para mim que a própria derrota. Como explicar para aqueles coraçõezinhos machucados que eles tinham muita copa pela frente?
Sem chance, o que importava era o agora. Fico pensando quantas vezes deixei minha mãe nesta mesma situação. Com certeza não foram poucas.
Minha única alternativa foi ver o resto do jogo deitada na cama deles com o caçula no colo. Só saí de lá quase no final do jogo.
Agora estão mais calmos, mas ainda sim tristes e revoltados. Na verdade disseram que estão de luto.
É assim mesmo, fazer o quê. Agora só nos resta esperar para quem sabe seja diferente na Rússia. E por hora, eu torço para a Alemanha!
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Oi amigos, o que dizer depois de ontem? Nada, absolutamente nada! Doeu, doeu muito. Cada gol sofrido durante a pane brasileira era uma facada que sangrava os corações brasileiros.
Mas pra mim nada doeu tanto ou fez sangrar tanto meu coração como ser chamada ao quarto dos meus filhos para acalmá-los. Entrar no quarto e vê-los chorando copiosamente foi dolorido e me trouxe lágrimas aos olhos.
Já falei várias vezes que cresci vendo futebol, aos cinco anos, acreditem, eu podia falar que o Palestra Itália era a minha segunda casa. Sim, naquela época eu era palmeirense.
Mas até agora meus filhos tinham sido poupados desta paixão. Até hoje eles só foram ao estádio uma vez na vida, e mesmo assim era um jogo beneficente. Não acompanham futebol e nem os clubes que eles dizem torcer.
Mas com a copa no nosso quintal, foi impossível protege-los de toda esta montanha russa que vem junto do futebol.
Enfeitamos toda a cada, nos enfeitamos e torcemos, torcemos muito. Eles acompanharam tudo, não só a Seleção, mas todas as Seleções.
Vê-los sofrendo foi mais triste para mim que a própria derrota. Como explicar para aqueles coraçõezinhos machucados que eles tinham muita copa pela frente?
Sem chance, o que importava era o agora. Fico pensando quantas vezes deixei minha mãe nesta mesma situação. Com certeza não foram poucas.
Minha única alternativa foi ver o resto do jogo deitada na cama deles com o caçula no colo. Só saí de lá quase no final do jogo.
Agora estão mais calmos, mas ainda sim tristes e revoltados. Na verdade disseram que estão de luto.
É assim mesmo, fazer o quê. Agora só nos resta esperar para quem sabe seja diferente na Rússia. E por hora, eu torço para a Alemanha!
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