#Resenha Quase Sem Respirar #2/3

Quase em respirar é um título que combina muito bem com este enredo, pois em muitos trecho eu prendi minha respiração ansiando o que tinha por vim...


Quase sem Respirar - #2 Trilogia Breathing - Rebecca Donovan
560 páginas - Editora Pandorga
Depois do final eletrizante e tenso, temos o recomeço para Emma. Aos poucos, e com a ajuda de Evan e Sara, ela vai se preparando para voltar para sua vida, agora sem as violências diárias que sofria. Sob a guarda e proteção de Anna e Carl. pais de Sara, ela vai se curando das feridas, pelo menos, das externas... Agora falta pouco para ela ir para faculdade e sair de Wyns. 
 Daquela noite fatídica ela pouco se lembrava, e na verdade, nem queria se lembrar ou saber. Todo o seu tempo de recuperação e do julgamento ela passou às margens dos acontecimentos. Com o monstro preso, ela estava finalmente em segurança. Isso, seu lado racional sabia, mas o emocional...
Depois de tudo pelo que Emma passou, ela não consegue dormir direito, sendo assombrada por pesadelos. Ela tenta passar segurança para todos, mas sabe que está longe de sentir-se segura.
Dentro do possível, ela está bem e feliz, principalmente quando Evan está a seu lado. Aliás, nem ele, e nem Sara a abandonaram em nenhum momento.
Por outro lado, sua mãe Rachel, que há anos havia deixado Emma sob os cuidados de Carol e George, queria uma reaproximação. Com poucos meses de sua formatura e de ir para Stanford, ela resolve sair da casa de Sara e ir morar com a mãe. Ela queria dar uma chance para que ambas se reaproximassem, e quem sabe construírem um relacionamento de mãe e filha.
Nem Sara e nem Evan gostaram desta decisão, mas a apoiaram do mesmo jeito. Logo Emma percebeu que esta reaproximação não seria fácil.
Rachel tinha problemas de auto estima e sua queda pelo álcool deixava Emma em uma corda bamba. Raquel vivia procurando um amor, e encontrou esta chance em belo Jonathan. Mesmo sendo mais novo que a mãe, Emma percebeu que Jonathan realmente gostava e se importava com ela.
Mas Rachel é uma pessoa problemática e egoísta, que sempre está fazendo algum tipo de chantagem emocional, fazendo-se de coitada. Suas atitudes até poderia não ser planejadas, mas ela parecia no mínimo uma doida ou uma bipolar.
Seu humor oscila, e quando bêbada disparava ataques verbais, principalmente para Emma, que sentia-se culpada pela tristeza sem fim da mãe. Sem saber como lidar com a situação e envergonhada por isso, ela acabava escondendo o que acontecia dentro de casa, tanto de Sara, como de Evan.
Apenas Jonathan sabia de seus problemas, e não apenas os referentes à Raquel. Jonathan que tinha um passado conturbado e que também era assombrado por pesadelos, tornou-se uma espécie de âncora para Emma, e aos poucos eles foram se aproximando. Os dois tinha uma ligação e confiança que não conseguiam ter com outras pessoas, talvez por serem almas atormentadas.
Era difícil para Emma acreditar que aquele homem tão bonito, forte e seguro sofria com fantasmas do passado. Mas ele sofria, e aos poucos ela foi conhecendo estes fantasmas.
Jonathan já estava farto das atitudes de Rachel e estava se afastando, o que para mente doentia dela, era mais uma coisa para jogar nas costas de Emma.
A vida de Emma estava mais complicada e ela não conseguia se abrir com Sara ou Evan, e era  em Jonathan que ela pensava nas horas de aperto. O relacionamento com Evan estava estranho, mesmo com ambos sabendo do amor que nutriam um pelo outro. Mesmo sem querer Emma afastava Evan e o machucava, o que a deixava mal, ainda mais por saber que ela era o motivo da atual briga dele com o pai.
Mesmo sabendo que a namorada estava com problemas, Evan não conseguia romper a barreira que Emma colocou em volta dela, o que o deixava de mãos atadas.
Sob pressão em casa, Emma começa a mudar, e sem aguentar mais, a panela explode e ela é obrigada a encarar a verdade que não queria enxergar. Pena que ela demorou para ver, e agora está em suas mãos os destinos de Jonathan e Evan.
Cansada, arrependida e com a alma despedaçada, ela toma uma decisão que vai de encontra com o que havia tão alegremente planejado para sua vida. Sem saber onde seu futuro vai dar, ela encontra forças no amor que sente para dar seu passo decisivo. Ela não quer mais machucar ninguém, principalmente Evan.
"Que merda!" foi isso que disse quando finalizei a leitura. Mas não pensem que foi por conta do enredo ser ruim, pelo contrário, ele é ótimo! Esta expressão foi por conta de como o livro terminou, e o que imagino vem pela frente. Foi uma verdadeira montanha russa de emoções, e eu queria abraçar Emma e dizer: "calma, vai ficar tudo bem, não precisa fazer isso..."  
Talvez tenha gente que não goste de Emma, mas eu gosto. Mesmo quando em alguns momentos que não concordava com algumas de suas escolhas, mesmo assim, eu conseguia entendê-las.
A aproximação dela com Jonathan foi natural e totalmente plausível, e em nenhum momento senti da parte dela  nada que não fosse amizade. Já com ele não foi assim, mas também não somos culpados pelos sentimentos dos outros ou pelo que sentimos.
É atordoante perceber como a mente de uma pessoa que já sofreu tantos abusos torna-se incerta e apta a aceitar que sua vida seja uma merda e que ela mereça tudo o que lhe acontece. E olha que estamos falando de uma personagem que não é nem fraca e nem mimizenta!
Estou sofrendo por ela e por Evan, e não vejo a hora de ler o último volume desta trilogia para saber como esta história acaba. E se por um acaso você ainda não a leu, não perca mais tempo e leia!
a Rafflecopter giveaway

#Resenha Quase Sem Respirar #2/3

Quase em respirar é um título que combina muito bem com este enredo, pois em muitos trecho eu prendi minha respiração ansiando o que tinha por vim...


Quase sem Respirar - #2 Trilogia Breathing - Rebecca Donovan
560 páginas - Editora Pandorga
Depois do final eletrizante e tenso, temos o recomeço para Emma. Aos poucos, e com a ajuda de Evan e Sara, ela vai se preparando para voltar para sua vida, agora sem as violências diárias que sofria. Sob a guarda e proteção de Anna e Carl. pais de Sara, ela vai se curando das feridas, pelo menos, das externas... Agora falta pouco para ela ir para faculdade e sair de Wyns. 
 Daquela noite fatídica ela pouco se lembrava, e na verdade, nem queria se lembrar ou saber. Todo o seu tempo de recuperação e do julgamento ela passou às margens dos acontecimentos. Com o monstro preso, ela estava finalmente em segurança. Isso, seu lado racional sabia, mas o emocional...
Depois de tudo pelo que Emma passou, ela não consegue dormir direito, sendo assombrada por pesadelos. Ela tenta passar segurança para todos, mas sabe que está longe de sentir-se segura.
Dentro do possível, ela está bem e feliz, principalmente quando Evan está a seu lado. Aliás, nem ele, e nem Sara a abandonaram em nenhum momento.
Por outro lado, sua mãe Rachel, que há anos havia deixado Emma sob os cuidados de Carol e George, queria uma reaproximação. Com poucos meses de sua formatura e de ir para Stanford, ela resolve sair da casa de Sara e ir morar com a mãe. Ela queria dar uma chance para que ambas se reaproximassem, e quem sabe construírem um relacionamento de mãe e filha.
Nem Sara e nem Evan gostaram desta decisão, mas a apoiaram do mesmo jeito. Logo Emma percebeu que esta reaproximação não seria fácil.
Rachel tinha problemas de auto estima e sua queda pelo álcool deixava Emma em uma corda bamba. Raquel vivia procurando um amor, e encontrou esta chance em belo Jonathan. Mesmo sendo mais novo que a mãe, Emma percebeu que Jonathan realmente gostava e se importava com ela.
Mas Rachel é uma pessoa problemática e egoísta, que sempre está fazendo algum tipo de chantagem emocional, fazendo-se de coitada. Suas atitudes até poderia não ser planejadas, mas ela parecia no mínimo uma doida ou uma bipolar.
Seu humor oscila, e quando bêbada disparava ataques verbais, principalmente para Emma, que sentia-se culpada pela tristeza sem fim da mãe. Sem saber como lidar com a situação e envergonhada por isso, ela acabava escondendo o que acontecia dentro de casa, tanto de Sara, como de Evan.
Apenas Jonathan sabia de seus problemas, e não apenas os referentes à Raquel. Jonathan que tinha um passado conturbado e que também era assombrado por pesadelos, tornou-se uma espécie de âncora para Emma, e aos poucos eles foram se aproximando. Os dois tinha uma ligação e confiança que não conseguiam ter com outras pessoas, talvez por serem almas atormentadas.
Era difícil para Emma acreditar que aquele homem tão bonito, forte e seguro sofria com fantasmas do passado. Mas ele sofria, e aos poucos ela foi conhecendo estes fantasmas.
Jonathan já estava farto das atitudes de Rachel e estava se afastando, o que para mente doentia dela, era mais uma coisa para jogar nas costas de Emma.
A vida de Emma estava mais complicada e ela não conseguia se abrir com Sara ou Evan, e era  em Jonathan que ela pensava nas horas de aperto. O relacionamento com Evan estava estranho, mesmo com ambos sabendo do amor que nutriam um pelo outro. Mesmo sem querer Emma afastava Evan e o machucava, o que a deixava mal, ainda mais por saber que ela era o motivo da atual briga dele com o pai.
Mesmo sabendo que a namorada estava com problemas, Evan não conseguia romper a barreira que Emma colocou em volta dela, o que o deixava de mãos atadas.
Sob pressão em casa, Emma começa a mudar, e sem aguentar mais, a panela explode e ela é obrigada a encarar a verdade que não queria enxergar. Pena que ela demorou para ver, e agora está em suas mãos os destinos de Jonathan e Evan.
Cansada, arrependida e com a alma despedaçada, ela toma uma decisão que vai de encontra com o que havia tão alegremente planejado para sua vida. Sem saber onde seu futuro vai dar, ela encontra forças no amor que sente para dar seu passo decisivo. Ela não quer mais machucar ninguém, principalmente Evan.
"Que merda!" foi isso que disse quando finalizei a leitura. Mas não pensem que foi por conta do enredo ser ruim, pelo contrário, ele é ótimo! Esta expressão foi por conta de como o livro terminou, e o que imagino vem pela frente. Foi uma verdadeira montanha russa de emoções, e eu queria abraçar Emma e dizer: "calma, vai ficar tudo bem, não precisa fazer isso..."  
Talvez tenha gente que não goste de Emma, mas eu gosto. Mesmo quando em alguns momentos que não concordava com algumas de suas escolhas, mesmo assim, eu conseguia entendê-las.
A aproximação dela com Jonathan foi natural e totalmente plausível, e em nenhum momento senti da parte dela  nada que não fosse amizade. Já com ele não foi assim, mas também não somos culpados pelos sentimentos dos outros ou pelo que sentimos.
É atordoante perceber como a mente de uma pessoa que já sofreu tantos abusos torna-se incerta e apta a aceitar que sua vida seja uma merda e que ela mereça tudo o que lhe acontece. E olha que estamos falando de uma personagem que não é nem fraca e nem mimizenta!
Estou sofrendo por ela e por Evan, e não vejo a hora de ler o último volume desta trilogia para saber como esta história acaba. E se por um acaso você ainda não a leu, não perca mais tempo e leia!
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